O ministro de louvor Ronaldo Bezerra nos enviou um
ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som.
O tema da matéria é: "30 erros que o ministro de louvor NÃO pode
cometer", e você confere na íntegra abaixo:
1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a
ministração
- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).
A) Aspecto espiritual
- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério
é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não
ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser
um profissional do púlpito.
- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço
da unção está no altar.
B) Aspecto musical
- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.
- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie
cifras.
- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações,
brincadeiras e conversas paralelas.
- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas,
etc.
- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de
técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.
2- Nunca preparar a ministração
- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a
regra.
- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não
há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da
música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que
ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com
ociosos, preguiçosos e displicentes.
- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem
da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!
3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação
- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura
cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados!
Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade,
e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.
4- Não aceitar as críticas
- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro
sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no
conformismo e paremos de crescer.
- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender.
Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum
ministério na igreja.
5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem
nenhuma demonstração de amor
- Não seja “juiz” das pessoas.
- Mostre a graça de Deus e o amor.
- Não seja grosseiro e indelicado.
- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a
ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e
abençoadora.
- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara
o caminho para compreensão e recepção da ministração.
- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.
- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para
abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem
reservado para cada uma delas.
6- Utilizar o púlpito para desabafar
- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a
falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar
para profecia!
- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).
7- Gritaria
- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o
equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em
alguns casos, quase insuportáveis.
- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co
14:40).
- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção,
habilidade na comunicação e criatividade.
- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a
impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma
inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará
grandes resultados.
8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração
- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos
percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de
todos, aquele que errou.
- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem
expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação,
estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem
somos.
- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos
outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.
9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado
- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua
igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado.
Isto é falta de educação. Não seja mal educado!
- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a
ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.
10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração
- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos,
dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o
propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!
- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de
auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos
o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo
diante do público.
- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável
desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.
11- Contar histórias ou piadas fora de hora
- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da
igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se
tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por
vezes dizem coisas com duplo sentido.
- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser
profetas e não humoristas.
12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para
uma direção
- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de
captar e transmitir mensagens não verbais.
- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através
de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar,
nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções.
Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes,
ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos
ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a
congregação.
13- Exagerar nos improvisos
- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar.
Precisamos entender que pausa também é música.
- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e
sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem
mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar
a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista
conduzir. Economize informações musicais!
- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder.
Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos,
afinal, é um conjunto musical.
- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando
apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a
congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de
improvisos dos dirigentes e cantores.
- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação
de seu cd solo.
- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as
correções necessárias.
- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e
constante aprendizado.
14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos
- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os
momentos!
- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre
alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode
contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.
15- Comunicação inadequada ao tipo de público
- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma
linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por
exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um
público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e
vice-versa.
- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser
formal, seja natural, sempre observando o público que você está
ministrando.
16- Vestimenta inadequada
- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você
estará ministrando.
- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas,
etc.
- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados,
maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma
vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.
17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado
- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!
- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza
sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado,
é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.
18- Cantar fora da tessitura vocal
- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da
tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o
mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o
canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por
outros elementos.
- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa
da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não
conseguem cantar.
- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem
como causar danos nas cordas vocais.
19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião
- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de
jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é
diferente de um lançamento de um cd por exemplo.
- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração,
músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de
avião”, tem um destino.
20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração
- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o
pastor).
- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa
de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore
um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.
- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário
estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam
se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o
auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar
fora do horário.
21- Ensinar muitas canções num período de ministração
- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração,
um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e
melodia.
- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue
assimilar as canções, causando uma dispersão.
22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações
- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um
cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o
mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as
pessoas acabam cantando apenas com a mente.
- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório.
Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os
ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a
internet, etc.
23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo
- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.
- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem
ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se
identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis
a voz do Espírito Santo.
24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados
- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não
possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos
ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.
- Cantemos cânticos teologicamente corretos
- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a
Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que
ensinou.
25- Imitar outros ministros
- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer
nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele
nos deu.
- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de
outros ministros, etc.
- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a
arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido,
“quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”,
“quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”,
etc.
- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões.
Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e
compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o
significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do
“momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se
infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado,
intimidade sem reverência vira desrespeito!
- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a
glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos
tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da
“intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de
Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”)
26- Deixar o auditório em pé por muito tempo
- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar
em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.
- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público
mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a
Deus sentado.
27- Deixar de participar de outros momentos do culto
- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do
culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto
para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.
- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso
não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e
irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!
28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som
- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los
da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso
inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.
- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar
incômodo aos ouvintes.
- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos
para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.
- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”.
Concentração total!
- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo
relacionado ao som.
- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para
poder solucioná-lo.
- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa
de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da
ministração.
- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.
29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança
- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para
dançar.
- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente
com a música que está sendo ministrada.
- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar
polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança
algo sensual.
- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance,
etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O
sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.
30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria
- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna
peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que
Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a
Deus.
- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o
serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.
- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl
100:2).
- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação
da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto,
leve a sério o ministério!
https://ibpan.com.br/index.php/blog/louvor/42-30-erros-que-o-ministro-de-louvor-nao-pode-cometer

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